O canal público, medido.
Onde o seu produto e o do concorrente estão dentro do SUS, quem comprou, de qual fornecedor, a que preço, em que estado, e quantos pacientes em tratamento — reconstruído de fonte oficial primária, molécula a molécula.
Medido no banco da Lastro em agosto de 2026. Cada número tem consulta e fonte declaradas.
A indústria enxerga o canal privado. No público, mede por estimativa.
Auditoria de distribuidor, prescrição por amostra e contagem de processos param antes do que interessa. E desde 2024 o ponto cego cresceu: o medicamento de alto custo não incorporado passou a ser comprado pela União e entregue direto ao paciente, sumindo da compra estadual — que era o que a indústria conseguia ver.
A compra, item a item
Quem comprou, de qual distribuidor, quantas unidades, a que preço e em que data, nas três esferas.
A prateleira pública
Estoque por lote e validade em cada farmácia do SUS que reporta. O governo publica só a posição de hoje.
O paciente contado
Quantos pacientes em tratamento por estado e por mês, na contagem oficial do próprio sistema.
Três canais compram o mesmo remédio. Somar os três é o erro clássico.
Empenho federal na rubrica de sentenças judiciais, ata de registro de preço com saldo em aberto, e compra homologada por estados e municípios. São naturezas distintas: gasto efetivo, contrato que pode nunca virar pedido, e compra descentralizada. A Lastro Farma mede os três separados, e diz qual é qual.
As moléculas que mais consomem o canal federal.
Valor líquido: empenho incluído mais reforço menos anulação, deduplicado. Triagem: sinal, não prova.
Quer ver a sua molécula?
A primeira conversa é sobre o recorte: quais moléculas e quais estados.
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